terça-feira, 12 de junho de 2012

Galeria de imagens - Acampamento

Confira as fotos do Acampamento Jovem dos dias 01.02.03 de junho de 2012.
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próximo Acampamento: 27.28.29 de julho de 2012.
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São Gaspar de Búfalo

12 De Junho de 2012



O Santo de hoje é Gaspar de Búfalo, um sacerdote, o chamavam de ‘’Anjo da Paz’’, pelo combate ao banditismo nas periferias de Roma,com a palavra e a Caridade.

O Papa João XXIII escreveu sobre ele: ’’Glória toda resplandescente do clero romano, verdadeiro e maior apóstolo da devoção ao preciosíssimo Sangue de Jesus Cristo no mundo’’. Um fato interessante foi também que ele foi preso por rejeitar o juramento de fidelidade ao rei Napoleão.

Gaspar nasceu em Roma, dia 6 de Janeiro de 1786. Quando foi libertado do cárcere, após a queda de Napoleão, recebeu do papa Pio VII a incumbência de se dedicar às missões populares pela restauração religiosa e moral no estado pontifício.

Tornou-se apóstolo do preciosíssimo sangue de Jesus Cristo difundindo essa devoção, fundou várias congregações. Morreu dia 28 de dezembro de 1837, em um quarto em cima do teatro Marcelo. São Vicente Pallotti, seu contemporâneo, teve a visão de sua alma que subia ao encontro de Cristo. Foi beatificado em 1904,e canonizado em 1954, pelo papa Pio XII.

São Gaspar de Búfalo, rogai por nós!

Mt 5,13-16


" Vocês são o sal para a humanidade; mas, se o sal perde o gosto, deixa de ser sal e não serve para mais nada. É jogado fora e pisado pelas pessoas que passam.
 Vocês são a luz para o mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto. Pelo contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine todos os que estão na casa. Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu."

COMENTARIO:



Os discípulos de Jesus devem estar conscientes de que se acham unidos com todos aqueles que anseiam por um mundo novo, os excluídos, os abandonados, os órfãos, aqueles que buscam uma vida melhor dando testemunho através das suas obras do testemunho visível dos discípulos é que os homens podem descobrir a presença e ação do Deus invisível.


“assim também a luz de vocês brilhe diante dos homens...” ser sal da terra e luz do mundo no convívio em que nos estamos é dar sentido, dar gosto dar animo para os nossos amigos e familiares para a sua busca de santidade.


Como a primeira leitura, o profeta Elias diante da viúva que estava sem esperança mostra-lhe o Deus vivo e presente na sua vida através do milagre da farinha e do azeite que não se acabam até a próxima chuva, somos convidados a não concordar a desesperança e com os erros mas apontar a luz que ilumina toda a trava seja ela doença, vícios, pecado. É através de nossas atitudes que os homens conhecerão o AMOR.


Ir. João







segunda-feira, 11 de junho de 2012

Mt 10,7-13


Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto." Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar. Não levem guardados no cinto nem ouro, nem prata, nem moedas de cobre. Nesta viagem não levem sacola, nem uma túnica a mais, nem sandálias, nem bengala para se apoiar, pois o trabalhador tem o direito de receber o que precisa para viver.
- Quando entrarem numa cidade ou povoado, procurem alguém que queira recebê-los e fiquem hospedados na casa dessa pessoa até irem embora daquele lugar. Quando entrarem numa casa, digam: "Que a paz esteja nesta casa!" Se as pessoas daquela casa receberem vocês bem, que a saudação de paz fique com elas. Mas, se não os receberem bem, retirem a saudação.

Comentário:
Deus nosso senhor deseja muito que em meio às situações da nossa vida percebamos que ele está sempre agindo mesmo que não sintamos sua presença.
 A ausência do outro, o sentir-se só, é um momento de conhecimento de si próprio e de Deus. No caminho de nossas vidas,  muitas vezes nos sentimos abandonados por todos. No entanto, no Evangelho de hoje vimos que Ele nos manda sair para evangelizar, e sair é, não prestarmos atenção somente em nós, mas olharmos também para nossos irmãos ao nosso redor. Assim possibilitaremos que a paz de Deus chegue até eles e dessa forma até ao nosso coração. "Que a paz esteja nesta casa",assim Jesus ensina esta saudação, dizendo-nos que as pertubações de nossos pecados não são maiores do que a misericórdia dele por nós. Tudo o que fizermos ao próximo de uma maneira geral estaremos fazendo ao nosso Deus, então somos convidados a exercer a paz, os frutos do espírito, e o amor de Deus aos nossos irmãos.





S. Barnabé 11 de junho

São Barnabé segundo fontes antigas nos referem que Barnabé, chamado apóstolo pelos próprios Atos, embora não pertencesse aos Doze, teria sido um dos setenta discípulos de que fala o Evangelho. Como São Paulo Apóstolo, foi discípulo de Gamaliel: "José a quem os apóstolos haviam dado o cognome de Barnabé, que quer dizer "filho da consolação", era um levita originário de Chipre. Sendo proprietário de um campo, vendeu-o e trouxe o dinheiro, depositando-o aos pés dos apóstolos" (atos dos Apóstolos 4.36-37).
Foi a figura de primeira grandeza na fervorosa comunidade cristã, que floreceu em Jerusalém após o dia de Pentecostes. Barnabé era muito considerado entre os Apóstolos, que o escolheram para a evangelização de Antioquia. É o homem das felizes intuições. Em Antioquia percebeu que aquele era o terreno preparado para receber a palavra de Deus. Foi a Jerusalém relatar isso e pedir para levar consigo o recém-convertido Saulo. Começou assim a extraordinária dupla.
Saulo que desde então preferia ser chamado com o nome romano de Paulo e Barnabé, contentes por terem aberto o caminho para o anúncio do Evangelho entre os pagãos, partiram para outras incumbências. Começaram por Chipre, pátria de Barnabé, que havia levado consigo o jovem primo João Marcos, o futuro evangelista. Depois continuaram seguindo a mais arriscada viagem missionária, Paulo achou melhor separar-se de Barnabé, que ficou em Chipre. Paulo e Barnabé, duas personalidades diferentes, que se completavam reciprocamente.
Não temos notícias dele depois da separação de Paulo. Escritos apócrifos falam de uma viagem sua a Roma e do seu martírio acontecido mais ou menos no ano 70, em Salamina, pelas mãos dos judeus da diáspora, que o teriam apedrejado.


S. Barnabé rogai por nos

domingo, 10 de junho de 2012

Olá a todos!É com imenso praser que me tornei mais um colaborador desse blog,que em meio a esses recursos transmite espiritualidade,com sua rádio web,traz informação de grande importância a sua comunidade,e por tras de tudo isso estão pessoas maravihosas,que a cada dia lutam com a graça de Deus para que isso se espanda cada vez mais,levando não apenas musica e informaçao,mas o carinho e o amor com que tudo isso e feito!sua ajuda e de grande importância para nós,colabore tambem,e venha conosco nessa caminha para evangelizar cada vez mais as todos.Eu sou Rafael Rodrigues,e deixo um abraço a todos.tenham uma boa semana!

sábado, 9 de junho de 2012

Bem-aventurado José de Anchieta 9 de Junho

Nascido nas Ilhas Canárias, pertencente a uma grande família de 12 irmãos, o santo de hoje viveu no século XVI.
Por motivos de estudo, foi enviado para Coimbra – Portugal, local onde teve o primeiro contato com a Companhia de Jesus e com o testemunho de São Francisco Xavier.
Muitas coisas o levaram a discernir seu chamado à vida religiosa, e aos 17 anos diante de uma imagem de Nossa Senhora, ele fazia o seu compromisso de abandonar tudo e servir a Deus.
Anchieta entrou na Companhia de Jesus em 1551, fez um noviciado exigente, e mesmo com a saúde frágil fez os seus votos de castidade, pobreza e obediência, em 1553. Neste mesmo ano foi enviado para o Brasil, e chegando na Terra de Santa Cruz ele pôde evangelizar.
Ainda não era sacerdote. Estudava Filosofia, Teologia, e sempre evangelizando, dando aulas, indo ao encontro dos indígenas. Respeitava a cultura do povo, conheceu a língua Tupi-Guarani para melhor evangelizar.
Homem fiel à santa doutrina, à sua congregação e acima de tudo, fiel ao Espírito Santo.
Esteve em diversos lugares do Brasil, como São Paulo, Rio de janeiro, Espírito Santo, Bahia etc. Consumia-se na missão.
José de Anchieta é um modelo para todos os tempos, para uma nova evangelização no poder do Espírito Santo e com profundo respeito a quem nos acolhe, a quem é chamado também a ser inteiro de Jesus.

Bem-aventurado José de Anchieta, rogai por nós!







quarta-feira, 6 de junho de 2012

São Francisco: Shalom para o mundo


"Considerai os lírios, como não fiam, nem tecem. Contudo, eu vos asseguro que nem Salomão, com todo o seu esplendor, se vestiu como um deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje e amanhã será lançada no forno, quanto mais a vós homens fracos na fé." (Lc 12, 27-28)

É de impressionar o fato de um homem ter vivido no século XIII numa cidade tão pequena da Itália (Assis) e ter tido no mundo, século após século, uma presença tal, que abala as estruturas mais profundas da sociedade e atrai ainda hoje, peregrinos do mundo inteiro aos seus incontáveis santuários, que impressionados com sua vida de santidade, desejam homenageá-lo e pedir que ele rogue a Deus, que pelos méritos de Jesus Cristo sejam concedidas as graças necessárias para suas vidas.
É de impressionar, o fato de que em qualquer lugar do mundo, por onde passe, há sempre algo inspirado ou senão totalmente a este tão glorioso santo, que abala o mundo inteiro pelo seu radicalismo em cumprir o Evangelho.
É de impressionar ainda mais o fato de se ver, que a Madre Basiléa Schlink, evangélica (protestante) da cidade de Darmstadk – Eberstadk na Alemanha, ao fundar a sua comunidade masculina tenha dado a esta comunidade "Irmandade Franciscana de Canaã", não por achar que o nome "franciscana" é bonito, mas por querer que a sua comunidade, viva o espírito franciscano, a exemplo de São Francisco que foi fiel no mais íntimo do seu ser, que abraçou a vocação que o Senhor lhe confiara até a morte, a exemplo de Jesus que, para abraçar o plano de salvação para as nossas vidas, foi até a morte e morte de cruz. (Fil 2,8)
O Evangelho nos diz que a Palavra do Senhor chegará até os confins da terra. Hoje nós vemos que ela tem chegado aos mais longínquos lugares. Aqui no Brasil, por exemplo, nos recantos mais escondidos do Nordeste, é muito bonito se observar a fé que o povo simples expressa em Deus. Ficamos maravilhados quando vemos como chegou esta fé até o nosso meio e a única explicação que temos é que ela chegou pela promessa de Deus de que seu Evangelho chegaria até os confins da terra. Do mesmo modo, a figura franciscana chegou também até os confins da terra, mostrando com isso que Francisco e sua obra são um Evangelho vivo, são uma Palavra de Deus anunciada e manifestada. Em todo lugar e em todo tempo se ouve falar de Francisco, por meio da sua obra espalhada em todo o mundo.
Mas nós perguntamos "por que" este homem é muito mais conhecido do que até mesmo no seu tempo e porque ele ainda inspira tantas vidas a quererem se doar, se entregar a viver como ele?
A resposta é clara e simples: primeiramente por sua radicalidade em viver o Evangelho e depois pelo profundo amor que ele tinha e dedicava ao Nosso Senhor Jesus Cristo.
A sua radicalidade em vivenciar o Evangelho o levou ao extremo da pobreza, respondendo assim ao chamado e ao plano de Deus para a sua vida, que resultou em assumir, portanto, até as consequências mais extremas deste seu amor à "dama" pobreza, como ele chamava. O maior desejo de Francisco, o que sempre moveu a sua vida, foi a liberdade. Ele queria ser livre e achava, primeiramente, que ser livre era ser um grande guerreiro, lutador nas cruzadas e receber as honras de um grande e bravo soldado. Mas a doença, maior inimigo de Francisco, porque simbolizava a prisão dos seus anseios e desejos, tornou-se para ele encontro com a liberdade, pois por meio da doença, Jesus veio ao seu encontro e Francisco experimentou a liberdade tão procurada.
Em meio a sua enfermidade, Francisco encontra Jesus e descobre o amor de Deus por ele. E algo tão profundo se passa dentro dele que o faz entender que Jesus é a liberdade. Ele descobre que Jesus era o amor que ele tanto esperava. Francisco abraça Jesus com a sua vida e renuncia tudo que o impede de viver em toda sua plenitude a liberdade que ele, por tanto tempo, esperou. Francisco entende e encarna na sua vida a Palavra evangélica que diz: "Aquele que ama o seu pai ou a sua mãe mais do que a mim" (Mt 10, 37-39). Ele age assim porque havia sido capturado por um amor tão grande a Jesus e ao seu Reino, que se entregou por inteiro. Aquela pessoa que não está totalmente capturada por um amor pessoal a Jesus, deve entender estas palavras como uma usurpação dos seus direitos, porém, com Francisco não era assim, ele entendia o mandamento: "Amar a Deus sobre todas as coisas", e sabia que isso era realmente a sua vocação, o seu chamado de vida, e que só respondendo aquilo que Deus lhe chamara para ser, ele iria ser e fazer os outros felizes.
Francisco, o homem que ainda hoje é um grito de alerta para o mundo, viveu plenamente o Evangelho, e nenhuma palavra de Evangelho tanto animou quanto a Parábola das dez virgens (Mt 25,1-15), fazendo com que ele desse toda a sua vida, a fim de ser contado como uma das cinco virgens prudentes, que permaneceram com suas lâmpadas acesas abastecidas com óleo. Mas esta parábola tem uma característica bem particular. Cinco das dez virgens não enchem suas lâmpadas com o óleo e as outras cinco sim. O óleo que faz as lâmpadas das virgens permanecerem acesas é o amor a nosso Senhor e Salvador Jesus. Amor este que leva aqueles que o amam a uma vida de oração profunda e sincera, comprometida na busca do amado Jesus. Francisco quis ser uma das virgens prudentes e com sua vida nos impulsiona e nos convida também a sermos almas virgens, prudentes, com o coração cheio de amor por Jesus Cristo e seu reino, um amor de esposa, o amor esponsal.
Francisco tinha uma alma esposa de Jesus e sua vida de oração contemplativa, inflamada de amor por Jesus, transborda num amor profundo a aqueles que são a imagem e semelhança deste mesmo Deus e Senhor Jesus Cristo, este amor a Jesus faz de Francisco o mestre da caridade cristã, o modelo humano de servo, o modelo do homem que ama.
Este amor de Francisco a Jesus, que transborda para os irmãos é a mola-mestra, o impulso e o desejo de todos os que trazem em suas almas a vocação Morada do Senhor animada pelo exemplo da figura de São Francisco, homem que tem por Jesus uma alma esposa, que o arrasta a uma profunda vida contemplativa e que, buscando no evangelho, o desejo de salvar almas e resgatá-las para Jesus, se lança num trabalho cheio de amor, dando a sua vida em obediência ao Evangelho e à Igreja, numa castidade que o tornava transfigurado em Jesus.
Podemos assim ter a audácia de dizer que a vocação Morada do Senhor é também Franciscana, não por sermos tal e qual São Francisco, mas por perseguirmos este objetivo, por sabermos que ele intercede por nós e pelo seu exemplo, que nos incentiva a querermos ser como ele foi.
No auge da caminhada de Francisco, reunidos certa vez com os irmãos ele dizia: "Irmãos, comecemos tudo de novo, porque até agora, pouco ou nada fizemos". É esse carisma, do recomeçar em meio as quedas, do animar-se diante das fraquezas que move a comunidade Morada do Senhor. Francisco torna-se pai da nossa vocação por uma profunda identidade que sentimos e temos com ele, identidade que se torna maior, no ponto de sua pobreza, que se traduzia por uma total dependência da providência de Deus e por um total abandono à misericórdia e ao amor do Pai.
A pobreza dos vocacionados da comunidade Morada do Senhor consiste em nós não termos nada, absolutamente nada que seja nosso, mas tudo é do Reino de Deus, isso se prova quando, por exemplo, um membro deixa de viver na comunidade, ele individualmente não levará nada, porque tudo é do Senhor e do seu Reino. Francisco também foi assim, nada, absolutamente nada, ele quis em vida, até mesmo o nome de seus familiares ele deixou, pois esse nome impedia sua entrega incondicional a Deus. Descobriu ele que a pobreza é um dom de Deus que nos dirige à liberdade perfeita, que nos desapega de tudo e de todos, e nos faz depender somente e totalmente de Deus, e de sua sábia providência.
Os santos são presentes de Deus para o mundo, sinais de sua misericórdia e de seu poder, sinais para nós de que é possível se cumprir no mundo de hoje a vontade de Deus e abraçar o Evangelho de Cristo como perfeito e radical modelo de vida. Abraçando esse presente de Deus a comunidade Morada do Senhor tem em Francisco um modelo a ser seguido, um exemplo a ser imitado e assim fazendo, espera ser, também, para o mundo de hoje modelo e exemplo, para que as pessoas cheguem mais próximos de Deus.