terça-feira, 5 de maio de 2015

Evangelho do dia

 
 
Evangelho (Jo 14,27-31a)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 27“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. 28Ouvistes que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu. 29Disse-vos isto, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis.
30Já não falarei muito convosco, pois o chefe deste mundo vem. Ele não tem poder sobre mim, 31amas, para que o mundo reconheça que eu amo o Pai, eu procedo conforme o Pai me ordenou”.
 
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Evangelho do dia

 
Se alguém me ama, guardará a minha palavra - Jo 14,21-26

 Jesus disse: “Quem acolhe e observa os meus mandamentos, esse me ama. Ora, quem me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele”. Judas (não o Iscariotes) perguntou-lhe: “Senhor, como se explica que tu te manifestarás a nós e não ao mundo?”. Jesus respondeu-lhe: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra; meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada. Quem não me ama, não guarda as minhas palavras. E a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que me enviou. Eu vos tenho dito estas coisas enquanto estou convosco. Mas o Defensor, o Espírito Santo que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito”.

O que o texto diz? 
Quem ama a Deus acolhe e observa os seus mandamentos. Todo aquele que, de todo o seu coração observa e pratica os seus mandamentos é amado por Deus, o Pai e o Filho o amarão e nele farão a sua morada. Quem não ama a Deus não guarda a sua palavra. Jesus explica aos discípulos esta íntima comunhão que há entre Deus (o amor) e o cristão (o amado). E o critério para saber se amamos a Deus é se acolhemos, meditamos e pomos em prática seus ensinamentos. O texto demonstra a íntima comunhão da Trindade e o desejo e a glória de Deus em fazer do coração humano a sua morada.

O que o texto me diz? 
Muitas vezes e com facilidade dizemos que amamos a Deus, nos dirigimos a Ele com piedade e sinceridade de coração, mas quando somos colocados à prova, ou temos a oportunidade de pôr em prática os ensinamentos de Jesus, encontramos muitas dificuldades. Temos difículdades de compreender que a forma em que Jesus Cristo manifestou a face de Deus Pai para o mundo foi amando e cumprindo fielmente a sua vontade. O Evangelho de hoje nos ensina que somos Morada do Senhor, sacrários vivos do Espírito Santo. E para que a sua presença se manifeste através de nossa vida é preciso, em primeiro lugar, conhecer os seus mandamentos, abrir-se e mergulhar em seu amor, acolher sua presença em nosso coração, refletir com o coração e com a mente o chamado que Ele nos faz. Por fim, devemos pôr em prática o que rezamos, manifestando com a nossa vida que Deus mora em cada um de nós e que também, tendo consciência desse dom, respeitamos a cada pessoa como morada de Deus.

O que o texto me faz dizer a Deus? 
Senhor, Deus uno e trino. Comunhão de amor perfeita, Deus de misericórdia, Tu assumistes a nossa condição humana para revelar a tua face, nos acolher e nos perdoar de modo que pudessemos crer e confiar no seu infinito amor. Nada nos pedistes em troca, somente nos revelou a sua face misericordiosa, que nos atrai e nos intruduz neste mistério de salvação. Desfigurado por nossos pecados e por nossas regeições, nunca deixou de nos amar. Senhor, Tu nos conhece por inteiro, sabes de nossas fraquezas e limitações. Mesmo assim, quisestes que nosso coração fosse tua casa. Quisestes que participassemos dessa comunhão de amor. Pedimos-te humildemente que nos dê a sabedoria para renunciar a toda forma de pecado:
Daí-me Senhor, a força e a sabedoria para suportar as tentações e as situações de pecado, que todos os dias se apresentam como prazeres da carne. Daí-me a tua graça, por que sem ela nada posso. Limpa o meu coração de todo o mau pensamento, de toda a impureza, orgulho e egoísmo que prejudicam a minha vida e a vida dos meus irmãos. Ajuda-me a ver a tua face no rosto de cada irmão e a amá-los como Tu me amas. Por fim Senhor, quero lhe agradecer com todo o meu ser, por me amar de modo tão admirável e por saber que o meu coração é tua habitação. Obrigado meu Deus! Que a tua presença em mim e que a minha fidelidade a ti me ensinem a anunciar ao mundo que sou MORADA DO SENHOR. Amém!

Pe. Neimar Demarco

sábado, 25 de abril de 2015

52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações



Queridos irmãos e irmãs vocacionados!

A Igreja chama a todos os batizados a rezarmos pelas vocações. Por aqueles que já responderam com generosidade ao chamado de Deus e também por aqueles que são chamados hoje a uma vocação, seja ela matrimonial, religiosa ou sacerdotal. Sejamos generosos em nossa resposta.

A Comunidade Morada do Senhor convida você a fazer uma experiência em nosso carisma, temos o ramo masculino e o ramo feminino.

Entre em contato pelo e-mail: moradadosenhor2010@hotmail.com
Telefones: 55 99326504 (Vivo)
55 84299620 (oi)



MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O 52º DIA MUNDIAL
DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES
(26 de Abril de 2015 - IV Domingo de Páscoa)
Tema: «O êxodo, experiência fundamental da vocação

Amados irmãos e irmãs!
O IV Domingo de Páscoa apresenta-nos o ícone do Bom Pastor, que conhece as suas ovelhas, chama-as, alimenta-as e condu-las. Há mais de 50 anos que, neste domingo, vivemos o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Este dia sempre nos lembra a importância de rezar para que o «dono da messe – como disse Jesus aos seus discípulos – mande trabalhadores para a sua messe» (Lc 10, 2). Jesus dá esta ordem no contexto dum envio missionário: além dos doze apóstolos, Ele chamou mais setenta e dois discípulos, enviando-os em missão dois a dois (cf. Lc 10,1-16). Com efeito, se a Igreja «é, por sua natureza, missionária» (Conc. Ecum. Vat. II., Decr. Ad gentes, 2), a vocação cristã só pode nascer dentro duma experiência de missão. Assim, ouvir e seguir a voz de Cristo Bom Pastor, deixando-se atrair e conduzir por Ele e consagrando-Lhe a própria vida, significa permitir que o Espírito Santo nos introduza neste dinamismo missionário, suscitando em nós o desejo e a coragem jubilosa de oferecer a nossa vida e gastá-la pela causa do Reino de Deus.
A oferta da própria vida nesta atitude missionária só é possível se formos capazes de sair de nós mesmos. Por isso, neste 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, gostaria de reflectir precisamente sobre um «êxodo» muito particular que é a vocação ou, melhor, a nossa resposta à vocação que Deus nos dá. Quando ouvimos a palavra «êxodo», ao nosso pensamento acodem imediatamente os inícios da maravilhosa história de amor entre Deus e o povo dos seus filhos, uma história que passa através dos dias dramáticos da escravidão no Egipto, a vocação de Moisés, a libertação e o caminho para a Terra Prometida. O segundo livro da Bíblia – o Êxodo – que narra esta história constitui uma parábola de toda a história da salvação e também da dinâmica fundamental da fé cristã. Na verdade, passar da escravidão do homem velho à vida nova em Cristo é a obra redentora que se realiza em nós por meio da fé (Ef 4, 22-24). Esta passagem é um real e verdadeiro «êxodo», é o caminho da alma cristã e da Igreja inteira, a orientação decisiva da existência para o Pai.
Na raiz de cada vocação cristã, há este movimento fundamental da experiência de fé: crer significa deixar-se a si mesmo, sair da comodidade e rigidez do próprio eu para centrar a nossa vida em Jesus Cristo; abandonar como Abraão a própria terra pondo-se confiadamente a caminho, sabendo que Deus indicará a estrada para a nova terra. Esta «saída» não deve ser entendida como um desprezo da própria vida, do próprio sentir, da própria humanidade; pelo contrário, quem se põe a caminho no seguimento de Cristo encontra a vida em abundância, colocando tudo de si à disposição de Deus e do seu Reino. Como diz Jesus, «todo aquele que tiver deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou campos por causa do meu nome, receberá cem vezes mais e terá por herança a vida eterna» (Mt 19, 29). Tudo isto tem a sua raiz mais profunda no amor. De facto, a vocação cristã é, antes de mais nada, uma chamada de amor que atrai e reenvia para além de si mesmo, descentraliza a pessoa, provoca um «êxodo permanente do eu fechado em si mesmo para a sua libertação no dom de si e, precisamente dessa forma, para o reencontro de si mesmo, mais ainda para a descoberta de Deus» (Bento XVI, Carta enc.Deus caritas est, 6).
A experiência do êxodo é paradigma da vida cristã, particularmente de quem abraça uma vocação de especial dedicação ao serviço do Evangelho. Consiste numa atitude sempre renovada de conversão e transformação, em permanecer sempre em caminho, em passar da morte à vida, como celebramos em toda a liturgia: é o dinamismo pascal. Fundamentalmente, desde a chamada de Abraão até à de Moisés, desde o caminho de Israel peregrino no deserto até à conversão pregada pelos profetas, até à viagem missionária de Jesus que culmina na sua morte e ressurreição, a vocação é sempre aquela acção de Deus que nos faz sair da nossa situação inicial, nos liberta de todas as formas de escravidão, nos arranca da rotina e da indiferença e nos projecta para a alegria da comunhão com Deus e com os irmãos. Por isso, responder à chamada de Deus é deixar que Ele nos faça sair da nossa falsa estabilidade para nos pormos a caminho rumo a Jesus Cristo, meta primeira e última da nossa vida e da nossa felicidade.
Esta dinâmica do êxodo diz respeito não só à pessoa chamada, mas também à actividade missionária e evangelizadora da Igreja inteira. Esta é verdadeiramente fiel ao seu Mestre na medida em que é uma Igreja «em saída», não preocupada consigo mesma, com as suas próprias estruturas e conquistas, mas sim capaz de ir, de se mover, de encontrar os filhos de Deus na sua situação real e compadecer-se das suas feridas. Deus sai de Si mesmo numa dinâmica trinitária de amor, dá-Se conta da miséria do seu povo e intervém para o libertar (Ex 3, 7). A este modo de ser e de agir, é chamada também a Igreja: a Igreja que evangeliza sai ao encontro do homem, anuncia a palavra libertadora do Evangelho, cuida as feridas das almas e dos corpos com a graça de Deus, levanta os pobres e os necessitados.
Amados irmãos e irmãs, este êxodo libertador rumo a Cristo e aos irmãos constitui também o caminho para a plena compreensão do homem e para o crescimento humano e social na história. Ouvir e receber a chamada do Senhor não é uma questão privada e intimista que se possa confundir com a emoção do momento; é um compromisso concreto, real e total que abraça a nossa existência e a põe ao serviço da construção do Reino de Deus na terra. Por isso, a vocação cristã, radicada na contemplação do coração do Pai, impele simultaneamente para o compromisso solidário a favor da libertação dos irmãos, sobretudo dos mais pobres. O discípulo de Jesus tem o coração aberto ao seu horizonte sem fim, e a sua intimidade com o Senhor nunca é uma fuga da vida e do mundo, mas, pelo contrário, «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 23).
Esta dinâmica de êxodo rumo a Deus e ao homem enche a vida de alegria e significado. Gostaria de o dizer sobretudo aos mais jovens que, inclusive pela sua idade e a visão do futuro que se abre diante dos seus olhos, sabem ser disponíveis e generosos. Às vezes, as incógnitas e preocupações pelo futuro e a incerteza que afecta o dia-a-dia encerram o risco de paralisar estes seus impulsos, refrear os seus sonhos, a ponto de pensar que não vale a pena comprometer-se e que o Deus da fé cristã limita a sua liberdade. Ao invés, queridos jovens, não haja em vós o medo de sair de vós mesmos e de vos pôr a caminho! O Evangelho é a Palavra que liberta, transforma e torna mais bela a nossa vida. Como é bom deixar-se surpreender pela chamada de Deus, acolher a sua Palavra, pôr os passos da vossa vida nas pegadas de Jesus, na adoração do mistério divino e na generosa dedicação aos outros! A vossa vida tornar-se-á cada dia mais rica e feliz.
A Virgem Maria, modelo de toda a vocação, não teve medo de pronunciar o seu «fiat» à chamada do Senhor. Ela acompanha-nos e guia-nos. Com a generosa coragem da fé, Maria cantou a alegria de sair de Si mesma e confiar a Deus os seus planos de vida. A Ela nos dirigimos pedindo para estarmos plenamente disponíveis ao desígnio que Deus tem para cada um de nós; para crescer em nós o desejo de sair e caminhar, com solicitude, ao encontro dos outros (cf. Lc 1, 39). A Virgem Mãe nos proteja e interceda por todos nós.
Vaticano, 29 de Março – Domingo de Ramos – de 2015.
Franciscus PP.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

RETIRO DE CARNAVAL COM CRISTO 2015!


Nos dias 15, 16 e 17 de fevereiro, na Comunidade Morada do Senhor, aconteceu mais um RETIRO DE CARNAVAL COM CRISTO! Um encontro que reuniu muitos jovens e adultos por um só motivo: viver e ser inteiramente de Deus, dAquele que nos ama incondicionalmente e nos permite ter a maior das alegrias, a viver um Carnaval em santidade! Um retiro de muitas músicas, dinâmicas, apresentações de teatro e dança... Conduzido por momentos de louvor e adoração, fortificando a espiritualidade de viver a oração... E ainda, a CRISTOTECA, a alegria do carnaval de pular e dançar com músicas cristãs! Um encontro abençoado por Cristo em sua infinita misericórdia!
“Vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim.” (Gl 2:20)
Jesus, eu confio em Vós!







































 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Aniversariante do mês!

Queremos homenagear nosso Bispo D. Antônio Carlos Rossi Keller que hoje está de aniversário. Obrigado por ser pai e pastor, que nos ama e nos guia! A sua presença em nossa Diocese é presença de Deus para nós. Como bispo, sempre nos incentiva a seguirmos firmes em nossa vocação, orientando, conduzindo, apontando o caminho que a Comunidade deve seguir. Somos felizes pela sua presença em nossas vidas! Contamos sempre com o seu apoio. Obrigado por tudo! Pedimos a Deus que continue lhe abençoando em seu ministério para que sempre seja a voz de Cristo para todo o rebanho da Diocese de Frederico Westphalen. Desejamos-lhe muitas felicidades!